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Os exames mais solicitados para identificar o câncer colorretal

A cura do câncer colorretal está relacionada ao diagnósstico precoce seguido de terapêutica cirúrgica adequada. Quando o câncer colorretal é diagnosticado em estágio inicial, ou seja, antes de se espalhar, a taxa de sobrevida em 5 anos é de 90%. Mas apenas 40% dos canceres colorretais são diagnosticados em fase inicial. Quando o câncer se encontra disseminado, as taxas de sobrevivência são evidentemente menores. Nesse artigo vamos apontar os principais exames usados para diagnóstico deste tipo de câncer.

Hemograma Completo

O hemograma pode determinar a presença de anemia em função de um sangramento intestinal provocado pela doença.

Enzimas hepáticas

Verificam a função hepática e determinam se a doença se disseminou para o fígado.

Marcadores tumorais

O marcador tumoral mais comum para o câncer colorretal é o antígeno carcinoembrionário (CEA)

Se os resultados do exame físico ou um exame de sangue sugerirem que a pessoa tem câncer colorretal, o médico poderá solicitar alguns exames adicionais, tais como:

Imunoquímico fecal (FIT).

O teste de imunoquímica fecal é também chamado de teste imunoquimico de sangue oculto nas fezes. Ele detecta sangue oculto nas fezes. Este teste reage a uma parte da hemoglobina humana, encontrada nos glóbulos vermelhos do sangue.

DNA das fezes.

Este teste analisa as seções anômalas do DNA das células do câncer ou do pólipo. As células de câncer colorretal frequentemente contem mutações no DNA em determinados genes.

Colonoscopia.

Neste exame, é observada toda a extensão do reto e do cólon com um colonoscópio, que é uma versão mais longa do sigmoidoscópio. O colonoscópio tem uma câmera de vídeo na extremidade e está conectado a um monitor para visualização do interior do cólon. O colonoscópio permite a introdução de instrumentos especiais para a remoção (biopsia) de áreas de aspecto suspeito, como pólipos.

É importante lembrar que no caso do câncer de cólon, o rastreamento em todas as pessoas acima de 50 anos é fundamental para a detecção precoce da doença, independentemente de apresentar sintomas ou não. No entanto, pacientes mais jovens, com histórico familiar de câncer, também devem ser avaliados.

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